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Saiba como tudo começou

GATO MAMADO BAR

Desde 2010

O bar que conquistou os fãs de boteco de Florianópolis em questão de semanas instalou sua inicialmente estrutura minúscula na rua Saldanha Marinho, no Centro da cidade, em 2010, logo depois de Julio concluir sua terceira faculdade, dessa vez em gastronomia.

"Eu terminei o curso, vi que essa sala estava vazia depois de fechar uma pastelaria que tinha aqui e decidi alugá-la. Ficou uns três meses fechada até decidir o que fazer", lembra. Em um churrasco na casa do irmão Rogério, ele viu na parede, próximo a churrasqueira, um quadrinho peculiar de um felino bêbado pendurado em uma meia-lua com os dizeres “gato mamado”. “ Eu olhei e pensei ‘é isso, esse vai ser o nome do bar!’”. O quadro foi junto e até hoje decora uma das paredes do Gato.

Em pouco tempo de operação, Júlio comprou a parte que até então era de um sócio e deu ao sobrinho Marquinhos, filho de Rogério, que havia se formado em direito. Nos primeiros meses os dois faziam tudo: da comidinha de boteco ao atendimento às mesas, até que a demanda começou a aumentar e começaram a contratas os primeiros ‘freelas’.

“Eu sempre tive vontade de abrir um boteco, mas tinha que ser uma coisa legal, com bebida de qualidade, comida boa e gente interessante frequentando. Hoje o Gato está na contramão de qualquer outro bar, é diferente de tudo, e a clientela é o nosso maior patrimônio”, diz, orgulhoso.

"Eu já cheguei a sonhar em abrir uma pousada, mas esse negócio de boteco falou mais alto", conta Julio, com brilho nos olhos, deixando claro o amor que tem pelo que faz.

Com uma clientela fiel e um calendário de funcionamento quase definitivo – de terça a sábado, exceto quando ocorrer algum problema técnico ou em dias chuvosos com cara de pouca procura, Júlio já planeja mudanças.